Propulsão dos OVNIs

 

 

 

 

Várias teorias sobre o princípio de propulsão dos OVNI's têm surgido nos últimos quarenta anos. As "últimas" são:

Propulsão Iônica

A propulsão iônica tem como princípio a ionização (gás ou partícula dotado de carga elétrica positiva ou negativa) de um gás ou partículas vaporizadas no vácuo. Os primeiros experimentos práticos com este tipo de propulsão foram feitos em 1964, com a espaçonave Russa Voskhod, com satélites e naves sondas terrestres não tripuladas.

Esquema do Gerador de Íon

Alexander P. de Seversky, USA, propôs o "Ionóptero", cujo princípio seria a diferença de polaridade elétrica entre as faces superior e inferior do objeto. As moléculas de ar assim deslocadas fariam o objeto flutuar. Temos como exemplo simples o jogo "frisbee", em que se lança um disco plástico abaulado fazendo-o rodar no ar. O movimento de rotação mantém o ar de cima com velocidade maior do que na parte de baixo do disco, sustentando o brinquedo no ar e dando-lhe o equilíbrio necessário. Mas este tipo de vôo tem um defeito. Se o disco estiver rodando no sentido horário, tende a inclinar para a direita. Se rodar em sentido anti-horário, inclina para a esquerda. Talvez o efeito pudesse ser contornado com a inversão da rotação do disco em pleno vôo, a trajetória do objeto então seria um zig zag ou queda de uma folha seca, como os relatos de avistamento de OVNIs que descrevem este movimento (trajetória "folha seca").

Pesquisas

No dia 21 de julho de 1975, o cientista francês Jean Pierre Petit fez na Academia de Ciências da França uma comunicação de grande interesse. Depois de estudar centenas de relatórios sobre aparições de OVNI's, ele chegou à conclusão de que tais máquinas podem realmente existir. E que, para explicar as características do seu vôo, sua propulsão só poderia ser eletromagnética. Petit reuniu algumas relações comuns a quase todas essas aparições: os movimentos bruscos, as mudanças súbitas de direção, as grandes velocidades, a mudança de cores, o brilho fosforescente e a ausência de estrondo sônico quando tais objetos deslocam-se velozmente na atmosfera. Tudo isso, segundo ele, permite supor que tais máquinas empregam um motor que obedece as leis da magneto-hidrodinâmica ( um gás aquecido a altíssima temperatura (PLASMA) sofre o processo de ionização, separa-se então os elétrons e dos íons do gás, resultando então em fortíssima corrente elétrica ). Imagine então, como propôs o dr. Petit, um disco voador cujos geradores possam criar um campo magnético perpendicular com 60 mil graus e um forte diferencial de potência entre os eletrodos de cima e de baixo. Um forte campo de PLASMA gasoso imediatamente surgiria em torno do veículo, e devido ao campo magnético perpendicular assumiria o movimento espiralado de cima para baixo, criando uma espécie de clarão luminoso, como muitas testemunhas afirmaram ter visto. As moléculas de ar, rapidamente arrastadas da frente para trás do veículo, funcionariam como alavancas, empurrando-o na direção desejada e eliminando o atrito atmosférico, que é o principal obstáculo para que se possa aumentar a velocidade. Bastaria mudar a intensidade ou a direção (polaridade) do campo para determinar a velocidade e o rumo da máquina. Tais alterações provocariam também outro efeito paralelo: as alterações de intensidade e cor da luminescência do ar em torno da máquina, coisa que muitas testemunhas dos OVNI's já admitiram ter visto. Pesquisar o princípio de propulsão OVNI seria um desafio à capacidade humana e também um dos meios de defesa para um provável inimigo desconhecido, mas o mais importante são os benefícios que daria o domínio dessa tecnologia. Há possibilidade de energia inesgotável derivada dos reatores compactos dessas naves, sistemas de navegação extremamente avançados e finalmente as tão sonhadas viagens interplanetárias.

Antigravidade

No final de 2001, um cientista russo utilizando um anel feito de material super-condutor em conjunto com um anteparo no qual colocou diversos objetos, diz ter conseguido anular o peso deles em até 2%, quando o anel super-condutor atingiu a rotação de 2000 RPM. Empilhando um segundo anel, o peso foi reduzido em 4%. As cerâmicas super-condutoras são materiais que não oferecem resistência à passagem da corrente elétrica e só atingem este estado em temperaturas próximas ao zero absoluto (-273 ºC). Têm a propriedade também de levitar sob campos magnéticos (Efeito Meissner). As pesquisas no campo destes materiais se resumem à descoberta de compostos óxidos de metais e terras raras que se tornam super condutoras em temperaturas muito baixas (-256ºC). Ainda sabe-se muito pouco sobre o fenômeno da super-condutividade. Alguns pesquisadores associam a super-condutividade com o quinto estado da matéria, previsto pelo físico Albert Einstein. Neste quinto estado a matéria se comportaria como uma onda coerente em condições especiais . A matéria só atinge o quinto estado em temperatura próxima ao zero absoluto. Nesta condição, os átomos estariam quase totalmente parados, com mesma freqüência e comprimento de onda, como acontece com a luz laser, apenas substituindo os fótons de luz por matéria. Outro fenômeno não menos importante é a superfluidez, em que um líquido em resfriamento intenso parece desafiar a lei da gravidade ao subir pelas paredes do recipiente que o contém. A superfluidez poderia ser um indício para a anulação do campo gravitacional. Admitir a possibilidade de anular o campo gravitacional é admitir que a lei da inércia não teria validade em alguns sistemas (sistemas não inerciais). Por exemplo, um corpo pode permanecer em repouso absoluto ou então em movimento uniforme. A segunda condição pode ser verificada no espaço: quando lançamos um objeto, ele seguirá uma trajetória com movimento uniforme até o infinito. Porém a condição do corpo em repouso é relativa. Um corpo parece estar em repouso para um observador, mas em escala atômica seus átomos estão em movimento desordenado. Concluindo, todo corpo ou partícula em movimento está interagindo com o espaço a sua volta. O quinto estado da matéria parece desligar qualquer tipo de interação atômica externa, e uma de suas conseqüências seria a ausência de peso e um comprimento de onda único relacionado com a velocidade das partículas. É como se a matéria fosse um único super átomo. A propriedade que o quinto estado da matéria tem de se comportar como uma onda, pode ser usada no futuro como um eficiente sistema de propulsão, mas geradores antigravidade por enquanto são apenas tema de ficção científica.