EUA liberam uso de chips de identificação em humanos

 

 

 

A FDA (órgão governamental responsável por administrar alimentos e remédios nos EUA) autorizou o uso de chips de identificação em humanos, apesar das recentes ressalvas feitas pelo mesmo órgão a respeito do dispositivo.

Segundo o site de notícias Vnunet.com, a FDA disse à fabricante do chip, Applied Digital Solutions, que não irá regulamentar o VeriChip caso ele seja adotado ''para questões de segurança, finanças ou simples identificação pessoal''.

O VeriChip vem sendo divulgado pela empresa como uma ferramenta capaz de salvar vidas, alegando que pacientes inconscientes trazidos a salas de emergência podem ser ''escaneados'' a fim de dar aos médicos todo o seu histórico de tratamentos de saúde.

Desde o início de seu desenvolvimento, o chip visava questões ligadas à saúde. A idéia inicial passava longe de seqüestros, mas com os atentados de 11 de setembro, esse lado ganhou força, mas pelo menos por enquanto, não foi autorizado pela FDA.

A ADS ganhou manchetes internacionais ao implantar o chip pouco maior do que um grão de arroz, em três membros de uma família na Flórida. O VeriChip emite sinais de freqüência de rádio de 125 KHz que podem ser captadas por um scanner a 1,5 metro de distância.

Aqui na América do Sul, o VeriChip vem com uma unidade GPS para localização à distância. Ele custa cerca de US$ 200 e possui uma taxa de manutenção anual de US$ 40.

Embora esse tipo de chip de identificação venha sendo utilizado há anos em animais, ele pode representar riscos quando usado em humanos, disse um investigados da FDA, além de ir de encontro com questões de privacidade. Por causa disso, em abril deste ano, o órgão regulador vetou o uso dos chips subcutâneos.