UFOs em Marte

 

 

 

 



A Nasa está dizendo que esta linha misteriosa pode ser um meteorito ou uma de sete naves que estão fora de funcionamento orbitando Marte. Mas objeto parece mover-se 4 graus de um arco em 15 segundos, então não seria nenhuma das sondas russas Marte 2, Marte 3, Marte 5, ou Phobos 2; ou ainda as sondas americanas Mariner 9 ou Viking 1.

Sobrou a Viking 2 ! Ela tem uma órbita polar que se ajustaria com a orientação norte-sul do risco brilhante. Além disso, só a Vikings 1 e 2 foram deixadas em órbitas que poderiam produzir movimento tão rápido quanto o visto pela Spirit. Mark Lemmon, membro da equipe rover da Universidade Texas A&M, Texas, disse: “-Esta é a primeira imagem de um meteoro em Marte, ou uma imagem de uma nave enviada de outro mundo durante o alvorecer de nosso programa de exploração espacial robótica? Provavelmente nunca sabermos, mas ainda estamos procurando pistas.’”



Árvore Maldita


Já pensou você andando de noite numa floresta e dar de cara com essa árvore?




Ufos em órbita









A primeira notícia que conhecemos sobre a presença de OVNIs fora da nossa atmosfera é precisamente muito anterior ao famoso avistamento de Kenneth Arnold, em 1947. Em 12 de agosto de 1883, o cientista astrônomo José Bonilla, que estudava o Sol a partir do observatório de Zacatecas, no México, foi o pioneiro. Sua observação consistiu numa série de manchas estranhas que ele qualificou de objetos alongados, que passaram de dois em dois por cima do disco solar, a uma distância da superfície que ele estimou não ser superior a 300.000 quilômetros.

Os fatos começaram a desenvolver-se às 08:00 horas da manhã, com a marcação no papel que cobria o campo do telescópio de uma uma sombra quase circular. O impressionante é que seguiram cerca de 283 objetos num primeiro momento e, até o final do dia, José Bonillae contabilizou mais 48.

No dia seguinte, Bonilla e seu ajudante puderam contabilizar mais 116 novos objetos, os quais se deslocavam, tal qual os do dia anterior, na direção oeste-leste com diferentes inclinações norte ou sul, fazendo um efeito muito marcado, já que se interpunham entre o disco solar e as testemunhas – pareciam como manhas pardas ou escuras (na frente do sol) e corpos luminosos quando estavam no campo do telescópio que não cobria a imagem solar.

E não parou por aí... em 09 de fevereiro de 1913, um objeto de intenso brilho e cor vermelha, que se deslocava de norte a leste, mantendo uma trajetória paralela ao horizonte visível, foi registrado pelo observatório de Toronto. E este primeiro objeto foi seguido por outros com idêntica trajetória, embora em pequenos grupos de dois, três e quatro, durante mais de três minutos. Ao terminar a observação, foi audível um enorme ruído que foi comparado com trovão.

Numerosas observações se desenvolveram numa extensa linha que ia desde Toronto (Canadá), até o cabo de São Roque (Brasil). Estudada a trajetória pelos astrônomos, o resultado foi uma teoria que dizia que eram objetos em órbita circular, que estavam inclinados sobre o equador terrestre em torno de cinqüenta graus e seis minutos, com período de noventa minutos.

Os objetos não voltaram a ser vistos, tendo-se dado que o percurso foi de 8.000 quilômetros, seguindo uma trajetória paralela à superfície terrestre. Lembrando que satélites artificiais eram, naquela época, um sonho de ficção científica.

Já no início da década de cinqüenta... vários cientistas das duas potências vinham perguntando-se, durante muito tempo, o que são os dez corpos de pequenos diâmetros que giram ao redor da Terra. Alguns afirmava a possibilidade de pequenos fragmentos de meteoros que tivessem sido capturados pela gravidade terrestre. Mas o astro-físico soviético Sergi Petrovitch Bozhich declarou publicamente: “Estamos absolutamente convencidos de que um aparelho espacial, de origem desconhecida, um ÓVNI manufaturado é satélite da Terra e gira indefinidamente sua órbita. Tudo induz a acreditar que ainda contém os cadáveres dos tripulantes que o pilotavam, quando deve ter acontecido algum acidente que lhes impediu de voltar ao local de onde vinham. Agora estão lá, provavelmente mortos e com seu veículo preso na órbita terrestre”.

Já o físico William Corliss afirmou: “O que existe é que no espaço, em órbita terrestre, há cerca de dez fragmentos de um objeto que deve ter explodido, isso é tudo. Se é um veículo manufaturado, sinceramente: não sabemos”. Vale ressaltar que estamos falando em termos de 1955 e o “Sputnik I”, por sua vez, só foi lançado em outubro de 1957.

Já o astrofísico soviético Alexander Kanzantsev fez um estudo que reconstituía a forma do objeto em base aos fragmentos conhecidos, cujo maior tamanho era de uns 30 metros de diâmetro. Sua conclusão é que se tratava de um objeto com uns 60 metros de comprimento por uns 30 metros de largura. Alexander também defendia a idéia de que se tratava de um veículo manufaturado e que acabou explodindo por razões desconhecidas.

Um ano antes, em julho de 1954, foi observado dois corpo que descreviam uma órbita de cerca de 1.000 quilômetros da superfície da Terra. Sua velocidade foi calculada como sendo em torno de 28.000 quilômetros por hora. Os dois estavam juntos e na mesma velocidade. Em abril de 1955, o observatório de Monte Palomar comunicou à Casa Branca que um dos corpos tinha se aproximado 30 quilômetros e o outro, por sua vez, tinha desaparecido.

O Comitê de Segurança Nacional dos Estados Unidos chegou a conclusão de que se tratava da presença de satélites artificiais lançados secretamente pelos russos. O interessante é que aqueles satélites descreviam uma órbita polar, enquanto que os posteriores primeiros lançamentos terrestres faziam órbitas próximas ao Equador. De qualquer forma, Moscou negou ter qualquer coisa haver com os tais satélites, que classificou como “satélites fantasmas”, e ainda declarou publicamente que estavam preocupados com essa presença. E como se isso não fosse o bastante, Moscou ofereceu uma aberta cooperação de seus cientistas com os cientistas americanos a fim de desvendar tal inquietante e perturbador mistério.

O tal “satélite fantasma” foi estimado como tendo o impressionante diâmetro de dez quilômetros, segundo Eugenio Danyans. Se fosse um corpo celeste, como um meteoro capturado pela órbita terrestre, iria haver um acidente de proporções apocalípticas quando ele tocasse nosso solo. As duas grandes potências se puseram em contato e, por meio de lançamentos de foguetes a uma altura de 400 quilômetros, chegaram a captar imagens do gigantesco “satélite fantasma” – imagens essas que jamais foram divulgadas !!!!! De qualquer forma, o objeto não caiu – para a felicidade da população terrestre. Ele simplesmente desapareceu !!!!! Segundo Danyans, Sâenz e Wolff, as duas potências tinham confirmado que se tratava de um gigantesco satélite manufaturado por uma inteligência desconhecida e, ainda, numa unanimidade única, Moscou e Washington acharam melhor jamais divulgar as imagens e o que foi descoberto.

Texto do site UFONEWSBR


João Oliveira