Ufólogos brasileiros poderão ter satélite para vigiar ÓVNIs

Se sair do papel, será o primeiro satélite do gênero na história espacial

 

 

 


30/ 11/ 2003 - O Presidente da Associação Brasileira de Pesquisas Ufológicas’,Prof. Hernán Mostajo, desenvolve um projeto polemico e inédito: construir um satélite com objetivo único de rastrear e fotografar os objetos voadores não identificados que entram em nossa orbita.

Este satélite será unicamente utilizado por pesquisadores do tema extraterrestre em todo mundo. Se sair do papel, entrará para a história da conquista do espaço.

Segundo Hernán Mostajo - que é também diretor do ’Museu Internacional de Ufologia Victor Mostajo’ (em Itaara, a 290 km de Porto Alegre – RS) - cada pesquisador será cadastrado para poder utilizar as imagens do satélite em seu PC. O projeto – já patenteado - tem a participação de quatro engenheiros eletrônicos e dois físicos especialistas em imagens.

O foguete que levará o satélite ufológico ao espaço – o ‘Brasilsat/ UFO – I’. O satélite foi batizado de ‘Conecção Internacional UFO – I’.

O projeto está avaliado em cinco milhões de Reais. Mostajo garante algumas empresas multinacionais se interessaram pelo projeto.

LOUCURA ? Hernán Mostajo se defende dos que criticam o projeto polêmico: ''A pesquisa científica do fenômeno extraterrestre deve ser aberta para todos os pesquisadores sérios. Nosso objetivo é buscar um maior entendimento da dinâmica do objetos voadores não identificados, utilizando uma das mais altas tecnologias da atualidade, os satélites”.

Hernán Mostajo defende ainda que os pesquisadores do fenômeno extraterrestre tem que atuar de maneira livre e transparente. ”Basta de segredos militares e conspirações governamentais. Temos que ter nosso proprio satélite para poder entender o que ocorre em nosso planeta.''

SONDA DA NASA - A equipe de pesquisas Astronômicas do Museu Internacional de Ufologia ''Victor Mostajo'' viajou no dia 10 de junho de 2003, para a cidade de São Gabriel - RS, onde recebeu de doação uma Sonda Meteorológica da NASA que caiu naquela região. A sonda será doada pelo Sr. Carlos Vieira Gonçalves.

O Museu está preparando um painel temático referente à órbita desenvolvida pela sonda espacial, a sua função, tempo de operação no espaço, etc.

Este será o segundo objeto espacial no acervo do Museu. Em 1993, na cidade de Ibirubá – RS, um fragmento de satélite pesando quase cinco quilos caiu na cidade. Segundo a direção do Museu, o objetivo de possuir este acervo serve de alerta para as pessoas não confundir lixo cósmico com ÓVNIs, além da preocupação com as mais de sete mil toneladas de lixo cósmico em órbita da Terra.