Relembrando a Operação Prato, 26 anos depois...
Colares, uma ilha pertencente ao município de Vigia, no litoral do Pará.
Em 1977, o prefeito da cidade envia um ofício para o comandante do I
Comar --Primeiro Comando Aéreo Regional da Aeronáutica-- avisando que ÓVNIs
estavam incomodando muito os pescadores e alguns deles não conseguiam
mais exercer suas atividades, pois os objetos sobrevoavam suas embarcações,
alguns até mergulhavam ao lado delas em rios e mares.
A população local passava as noites em claro, as pessoas acendiam
fogueiras e soltavam fogos para tentar afugentar os invasores, que eram
conhecidos como ‘chupa-chupa’, ‘aparelho’ ou simplesmente ‘o
chupa’. Foi o pavor que fez com que o prefeito se dirigisse ao comando
do Comar pedindo providências. O assunto era encarado pelas Forças
Armadas como um fenômeno duvidoso, improvável e havia muita gozação a
respeito, mas foi decidida a realização de pesquisas sobre o assunto.
Ali se iniciava a ‘Operação Prato’, composta de uma equipe
destinada a investigar secretamente o fenômeno ÓVNIs na Amazônia. Foi
comandada por Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima, que 20
anos depois tornaria-se o primeiro oficial de nossas Forças Armadas a
quebrar o silêncio e vir à publico, revelando a veracidade e os detalhes
daquela missão.
Realizada
entre setembro e dezembro de 1977, a investigação tinha na verdade o
intuito de desmistificar as estórias, descobrir que tudo não passava de
erros de interpretação, alucinação e enganos coletivos. Superando
todas as expectativas, no entanto, a Operação Prato resultou na comprovação
da origem extraterrestre do fenômeno que vinha se manifestando em toda área
ribeirinha e litorânea do Pará, começando pelos relatos e marcas físicas
nos moradores, que eram perseguidos e atacados por luzes estranhas.
Inúmeras experiências extraordinárias foram vividas pelo coronel e
outros oficiais, em noites e dias de vigília na selva.
Hollanda e seus comandados tinham a incumbência de documentar os
acontecimentos ufológicos na Amazônia, mas acabaram tendo contatos
pessoais com naves extraterrestres. O oficial teve certeza de que os episódios
eram reais, especialmente quando estranhos objetos voadores começaram
aparecer de todos os lados, enormes e pequenos, distantes ou muito próximos.
Algumas experiências eram assustadoras, pois os ÓVNIs tinham tamanhos
exagerados. Ficou claro que “eles” sabiam da presença e do tipo de
missão da equipe, parecendo haver uma certa interação e até respeito
por parte dos alienígenas, pois não houve aparentemente nenhuma agressão
ao grupo.
Em apenas três ou quatro meses e mesmo com tantas coisas extraordinárias
acontecendo, a Aeronáutica e o Comar desativaram as investigações.
Quase tudo foi devidamente documentado, fotografado, filmado e entregue
aos seus superiores, mas deve ter sido arquivado e ninguém consegue obter
informações da Aeronáutica, até hoje, a respeito.
Ao invés de desmistificações, acabaram conseguindo provas irrefutáveis
da ação de seres não terrestres em nosso meio. Isso desmoralizaria a
Força Aérea e o Governo Brasileiro. Este é, com certeza, um dos motivos
para o silêncio.
PROVÁVEL ABDUÇÃO - Posteriormente, em sua casa, aconteceram
alguns fenômenos paranormais ao coronel Hollanda e, numa noite, adentrou
em seu quarto um clarão muito forte, seguido de um estalido, iluminando
tudo. Surgiu um ser por trás da cabeceira da cama, abraçando-o, com
outro ao seu lado, este com 1,5 m, vestido com uma roupa parecida à de
mergulho e máscara ou touca.
Em seguida, outro estalo e o clarão desapareceu, junto com os humanóides.
Sua esposa estava presente, mas não percebeu nada, continuou dormindo.
Hollanda não se lembrava do lapso de tempo, mas depois desse
acontecimento seu braço esquerdo apresentava coceira e manchas
avermelhadas, além de algo pontiagudo sob a pele.
Em 1997, depois de ser entrevistado pelo programa ’Fantástico,
da Rede Globo, conversando com o pesquisador de Ufologia e hipnólogo Mário
Nogueira Rangel, revelou interesse em ser submetido à regressão hipnótica,
mas antes de ser marcada uma provável data Uyarangê faleceu,
deixando-nos sem detalhes sobre sua possível abdução.
Oficial na reserva da Aeronáutica, Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de
Hollanda Lima acumulou méritos por ter se destacado brilhantemente em
cada uma das funções para as quais foi designado e, mesmo pouco
conhecido da maioria das pessoas, contribuiu imensamente para causa Ufológica,
que a partir de suas entrevistas passou a ser tratada com maior seriedade.
Damos o devido reconhecimento e prestamos nossa homenagem ao coronel
Uyrangê, pelos serviços prestados à Nação e à Ufologia. Que outros
tenham inspiração e exemplos em sua pessoa e venham também nos ajudar
nesta constante e ininterrupta busca pela Verdade.
CAMPANHA - Documentos oficiais sobre a chamada ’Operação
Prato’ - uma das grandes movimentações governamentais já
ocorridas no Brasil relacionadas a ÓVNIs – estão em poder de órgãos
militares, aos quais a ONG ‘Ufo-Gênesis’ reivindica ter
acesso.
De posse da documentação deste e outros eventos ufológicos, nossos
membros pretendem debater seriamente o Fenômeno ÓVNI no Brasil com o
Congresso Nacional, a exemplo de diversos países – inclusive
latino-americanos – que já oficializaram a Ufologia de alguma forma
Para atingir esses objetivos, o ‘Ufo-Gênesis’ – única organização
ativista em Ufologia do Brasil – lançou em maio último a campanha ‘Disco
Voador Ninguém Esconde. Chega de Acobertamento!’. Pretende-se
sensibilizar as autoridades e a população para a importância de se
investigar a fundo o Fenômeno ÓVNI no Território brasileiro.
Fonte: UFO Gênesis