Pessoa fica cara a cara com extraterrestre em Mocorito, México

Por Maria Elizalde
Tradução: Milton Dino Frank Junior - CUB Brasil
Eram quase 05:00 horas quando uma visita inesperada apareceu diante dela. Ela não sentia medo nem incerteza e só se recorda de ter sentido um senso estranho de paz ao ver aquele corpo de material gelatinoso da cor do mel.
Nenhuma pergunta foi feita no princípio. Mas logo depois ela perguntou: É isso que você busca aqui com sua presença?
Esta é a experiência de contato de Violeta Ortiz Castro ocorrida no domingo dia dois de dezembro de 2007 quando uma entidade extraterrestre apareceu no quarto dela. Não apenas isso! Ela também pôde registrar o fato através de vídeo e fotografias feitas por seu telefone celular.
Naquela manhã, Violeta chegou em casa depois das 04:00 horas, enquanto voltava de uma celebração familiar. Logo que chegou ela estava a ponto de pôr seu pijama, como de hábito e ligando o rádio para ouvir um pouco de música. De repente caiu meio adormecida e também acendeu um cigarro.
Ela sentou no chão para fumar, no lado esquerdo da cama, escutando Vicki Carr, quando uma estranha imagem apareceu a menos de um metro dela. É real? Ela pensou.
Surpreendida pela visita, perguntou um pouco depois: "O que você busca aqui com sua presença?".
O mundo extraterrestre tinha despertado seu interesse antes, assim não hesitou em pensar que estava de frente com um ser de outro planeta. A criatura tinha aproximadamente, 80 centímetros de altura, olhou fixamente para ela enquanto fazia perguntas que não receberam nenhuma resposta.
"Eu não tenho medo de você, porque Deus está comigo", ela disse. Como a criatura se recusou a responder, ela disse que estaria tirando fotos do acontecimento.Eram 04:57 horas quando o telefone celular capturou o primeiro vídeo. A tela mostra uma imagem da cor de mel e com olhos grandes. Conforme a descrição da jovem mulher que é uma professora pré-escolar. Os pés da criatura se assemelhavam ao de uma galinha, e ao invés de mãos, a criatura tinha algo parecido com espinhas de peixe. Embora ela não tenha tocado na criatura, disse que a pele parecia ser gelatinosa, e a única reação que percebeu foi de movimentos da cabeça de um lado para o outro.
Violeta conseguiu fazer três vídeos e tirar cinco fotografias, sendo a última às 5:07 horas porque a imagem da criatura de repente ficou fraca, como se a entidade estivesse sendo teletransportada. Ela ficou profundamente impressionada com esta experiência, mas não teve nenhum sentimento de medo durante toda sua experiência.
"A criatura me inspirou muita paz e tranqüilidade. Depois que se foi, fiquei paralisada. Não me levantei, não gritei, ou fiz qualquer barulho".
Quarenta minutos depois, a professora conseguiu se levantar e procurou por sua irmã mais velha para lhe contar o que tinha acontecido. A irmã dela ficou amedrontada e não lhe permitiu voltar ao seu quarto. Elas tentaram então adormecer.
A experiência foi discutida no dia seguinte com o resto da família, e a imagem capturada pelo telefone celular foi fornecida para todos.
Ela achou incrível que a entidade pudesse ter entrado em sua casa enquanto todos estavam adormecidos. Violeta acha que talvez a criatura estivesse tentando enviar uma mensagem para ela. Ela ainda diz que gostaria muito de ver isto novamente. "Eu teria adorado tocar a criatura ou até mesmo abraçá-la, porque senti ternura durante sua visita. Acho que isto é um bom sinal. Nós somos seres diferentes e talvez a criatura estava tentando me contar algo".
Na mesma noite, antes das 22:00 horas, Jesus Antonio Gutierrez alegou que viu um OVNI quando estava no quintal de uma casa localizada em Donato na rua da Guerra.
Ao voltar para casa, à primeira coisa que ele contou para sua esposa foi isso: "Mel, pela primeira vez em minha vida vi um OVNI". Ele explicou que era um objeto que voava se movendo lentamente, com movimentos em forma de um "V". Tratava-se de um objeto luminoso que aumentava de tamanho. "Senti que eles me viram" disse ele.
Existem outras testemunhas oculares deste avistamento, e todos eles concordam que havia extraterrestres em Mocorito naquela noite:
22:00 horas de sábado dia 01/12/2007: Um vizinho avistou um OVNI se aproximando de Donato na rua da Guerra.
23:00 horas de sábado dia 01/12/2007: Outros vizinhos viram uma luz estranha que acreditam ser um OVNI.
05:00 horas de domingo 02/12/2007: Um extraterrestre aparece dentro de uma casa localizada no distrito central histórico da cidade.
Ana Luisa Cid entrevista a jornalista que fez a matéria com a professora.

Mocorito - México
Fonte: Jornal de "Debate", Edição da Tarde, Guamuchil, Sonora, México.
Tradução: Milton Dino Frank Junior
Ana Luisa Cid conseguiu entrevistar a jornalista Maria Elizalde que cobriu a história do caso da professora. "Devido à falta de imagens da alegada criatura, pensei ser prudente entrevistar a jornalista para coletar mais particularidades deste caso. A Sra. Maria Elizalde aceitou minha chamada amavelmente e estas são as suas declarações".
Ana: Você viu os vídeos e as fotografias da professora Violeta Ortiz?
Maria: Sim, vi as fotografias e os vídeos. No quarto das professoras pode ser visto que há uma silhueta de uma criatura curta com uma cabeça grande e olhos escuros. Não podem ser vistos nem as mãos e nem os pés. Ela usou um telefone celular Motorola V5.
Ana: O ser alegado se move ou permanece estático?
Maria: Sim, se move. Tem um movimento leve para o lado lateral.
Ana: Me perdoe, mas esta pergunta é óbvia. Não podia ser um truque?
Maria: Não, não penso que foi um truque. Conheço Violeta e ela é minha amiga. Além disso, outras pessoas informaram terem visto um OVNI neste sábado.
Ana: Por que você não colocou uma fotografia desta criatura em seu artigo no Jornal?
Maria: Pretendia publicar esta foto, mas Violeta não queira. Ela acredita que se nós publicarmos este material, alguém pode pegar esta foto e alterá-la. Porém, ela mostrou os vídeos para muitas pessoas. Aproximadamente 50 pessoas visitaram a casa dela durante os primeiros dois dias e ela mostrou tanto as fotos como os vídeos para todos eles. Ela também fez o mesmo no seu trabalho. Mocorito é uma cidade pequena, aonde as notícias se espalham depressa.
Ana: A professora tinha tirado fotos desta natureza antes?
Maria: Bem, ela está muito interessada em casos de extraterrestres, mas ela nunca tinha tirado fotos como estas. Ela tem outras fotografias interessantes, como uma face na que pode ser vista no fundo de uma fotografia. Ela tirou quando estava só. Não havia ninguém mais em casa. Na realidade, fenômenos estranhos acontecem no bairro dela. Aquele local abrigou um cemitério antigamente e também um hospital. Mocorito é um lugar com muitas histórias.