Instituto espanhol de Exobiologia quer comprar feto de ET por 6 milhões de pesos

Possível criatura alienígena, similar a um feto humano, foi achado perto de Iquique

 

 

 

04/ 12/ 2003 - O encontro de um possível alienígena, realizado por um homem nas ruínas da antiga mina de salitre de La Noria, localizada a uns 150 quilômetros de Iquique (Chile), poderia terminar em mãos de investigadores de Ufologia espanhóis, motivados pela estranheza do achado.

Os estudiosos teriam viajado ao Chile para negociar com o atual proprietário da criatura, um anônimo empresário, que guarda a sete chaves o corpo da estranha anomalia, de origem até agora desconhecida. Teriam feito uma excelente oferta ao empresário.

Entre a visita ao empresário dono da criatura e a visita à zona específica onde se encontrou o ser, Raúl Núñez, Ufólogo e coordenador da delegação chileno-espanhola do Instituto de Investigações e Estudos Exobiológicos (IIEE), informou alguns detalhes das conversações iniciadas para adquirir o ser e levá-lo à Espanha: ''Estamos analisando o caso junto ao Ufólogo espanhol Ramón Navia, determinando a estratégia a ser seguida na possível negociação, que elevaria o preço de aquisição da criatura a mais de 6 milhões de pesos''.

Núñez é esquivo em adiantar detalhes, sem dúvida, ''tivemos a possibilidade de constatar que se trata de fato de um ser de origem orgânica, mas que apresenta atualmente sérios problemas de conservação em toda a estrutura corporal e, particularmente, no crânio, que está se esfacelando em razão da ação de fungos, motivo pelo qual nos fizemos acompanhar por um médico, para constatar sua condição e avaliar seu tecido''.

Assim, dado que o pequeno corpo de cerca de 14 centímetros se encontrou enterrado próximo de uma igreja envolto em pano branco com uma faixa vermelha, o Doutor Mario Dussuel sustenta a teoria que o ser poderia na verdade tratar-se de um embrião humano, argumentando que ''seu crânio apresenta uma ruptura severa, produzida possivelmente por um aborto induzido.

Além do mais, a escassez de expressões faciais se explicaria basicamente por tratar-se de uma mal formação congênita. Não obstante, são hipóteses que devem ser comprovadas ou refutadas por peritos em genética e em estudos de material científico calcificado'', disse o especialista.