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E reveja na respectiva ampliação. Parece um UFO acidentado, ou então os destroços de uma grande máquina desconhecida.

Aqui, algo veio do espaço e se enterrou profunda e violentamente no solo marciano. E não era um meteorito. Veja os destroços ao fundo. Possivelmente, um artefato bélico que não chegou a detonar - ou, quem sabe, detonou...

E note nesta outra imagem, antigas estruturas (que a NASA diz ser "movimentação de gelo"), igualmente arrastadas para o interior de uma grande depressão.

Sim, tudo indica que uma grande batalha, ocorrida talvez há muitos milhões de anos, quem sabe travada contra uma raça alienígena hostil, ou ainda travada entre os seus próprios habitantes, danificou severamente toda a superfície daquele planeta, drenando toda a atmosfera de um só golpe. Nesta foto, vemos outro vestígio daquilo que poderia ter sido o epicentro de uma potente explosão do tipo semelhante à nuclear. Note-se a irradiação das ondas de choque, em sentido circular e progressivo na direção da superfície.

Aqui vemos os singulares exemplos do que poderiam ter sido as trajetórias das ondas de choque produzidas por armas terríveis e muito além da nossa imaginação. Possivelmente, um violento confronto em que a antiga civilização marciana foi derrotada - ou se destruiu - volatilizando, mediante o emprego dessas potentes armas, tudo aquilo que se encontrava na superfície do planeta. As profundas depressões, constantemente vistas por todos os lados, podem certa e inexoravelmente ter tragado cidades inteiras, matando milhões e milhões de habitantes. Mares, rios, florestas, tudo enfim que que efetivamente um dia ornamentava a superfície de Marte perdeu-se para sempre.

As marcas dessa grande tragédia estão mesmo espalhadas por todos os lados. Nesta antiga foto, tomada pelos primeiros módulos exploratórios terrestres, vemos uma suposta máquina avariada no solo marciano - quem sabe um veículo militar ou de transporte. Os rastros deixados pelo seu deslocamento ainda são visíveis.

E você sabe porquê a superfície de Marte é tão avermelhada assim? Simplesmente porque é recoberta de ferro oxidado. Imensas áreas cobertas pelo óxido de ferro, ou, em outras palavras, a popularmente conhecida ferrugem. Quem sabe os restos de antigas torres, cidades, fortificações, veículos, astronaves. E não há exagero algum nisso. Se acaso a nossa assim chamada "civilização", cada vez mais beligerante e alienada de Deus, vier a se destruir através de uma conflagração nuclear generalizada, a luz do Sol desapareceria, e o implacável "inverno" gerado pelo frio espacial destruiria indiscriminadamente. As cinzas nucleares, por sua vez, recobririam todo o planeta - inexoravelmente soterrando tudo. Os Pólos seriam alterados pela alteração do Eixo Terrestre, e os oceanos engoliriam todos os continentes mediante uma fúria avassaladora e jamais vista. Terremotos horríveis fenderiam e abririam o solo, tragando de um só golpe cidades, países e continentes inteiros. Tudo aquilo que construímos, baseado no ferro, no aço e no cimento, desapareceria com o passar dos milênios, somente restando nada mais que pó. Nossa benéfica atmosfera seria drenada para o espaço, perdendo-se para sempre no infinito. Somente as pedras, as imorredouras rochas, resistem de fato à devastação nuclear e às intempéries. E nelas simplesmente não deixamos nada. E assim, todo o nosso orgulho tecnológico seria varrido do mapa para sempre. Tudo pereceria. A nossa orgulhosa espécie seria dizimada e portanto nenhum vestígio dela restaria. A Terra deixaria de ser azulada, tornando-se, então fria, cinzenta e sem vida - mais um astro morto a vagar pelo Espaço Sideral.... . Sinistramente e da mesma forma como Marte atualmente é.

Esta foto, cuja autenticidade todavia não podemos garantir, é tida como supostamente tomada no solo de Marte por uma das nossas primeiras sondas exploratórias. Se for realmente uma imagem autêntica, terá sido uma das mais "proibidas", atordoantes e estupendas provas quanto à existência da perdida civilização marciana. E que por sua vez, estabelece uma conexão direta com uma antiga colonização da Terra pelos seus refugiados, uma vez que as pirâmides, vistas ao fundo, são inegavelmente artificiais. E, por assim dizer, "marcas registradas" muito antigas do planeta Marte que, nos mais remotos e esquecidos tempos, surgiram inexplicável e misteriosamente também aqui na Terra. O mais chocante nessa foto, contudo, é o esqueleto de uma bizarra criatura, visto em primeiro plano. Obviamente ele é mais recente do que a milenar tragédia, pois a devastação que assolou Marte não deve ter deixado nada vivo ou mesmo qualquer edificação de pé - exceto aquelas elaboradas em pedras. Trata-se de algo verdadeiramente assombroso. A menos que ainda existam algumas formas de vida no seu subsolo - o que, aliás, não é de todo impossível. Aliás, um dos objetivos da sonda exploratória americana Spirit no solo de Marte é exatamente vasculhar com o seu robô telecomandado uma cratera denominda Gusev, onde a NASA reconhece ter ali existido um lago - alimentado por um grande rio subterrâneo.

Reveja-o, então, aproximado à esquerda; rotacionado ao centro; e em negativo à direita. Note-se a estranha ossatura que acompanha todo o corpo da criatura até a sua extremidade; também a estrutura geral que lembra a de um animal alado (fragmento de asa, logo abaixo do corpo) e principalmente que ela parecia ter duas cabeças. Em outras palavras, um espécime evidentemente alienígena. E se esta foto foi uma fraude, o que por sinal não acreditamos, terá sido realmente muito bem feita. Bem feita demais para se tratar de uma simples fraude.
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