|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| As sondas
espaciais sempre foram um dos principais instrumentos da astronomia na
pesquisa do Sistema Solar. Elas já foram enviadas para explorar todos os
planetas conhecidos do Sistema Solar (com exceção de Plutão), além de
cometas, asteróides e satélites artificiais. O pessoal técnico
empregado na confecção destas sondas são extremamente gabaritados e
especialistas dentro de sas áreas. O investimento total de uma sonda
espacial é da ordem de milhões de dólares, o que requer o máximo de
eficiência e aproveitamento em sua confecção e utilização.
Um fato pouco comentado na corrida espacial é a estranha coincidência envolvendo as sondas enviadas para o planeta Marte. Se observarmos outra sondas enviadas ao espaço, a maioria absoluta delas cumpre todo o seu cronograma e não raramente continua funcionando além do previsto. Podemos citar como exemplo as sondas Voyager1 e 2 e as Sondas Pionner que estão nos limites conhecidos do Sistema Solar. No caso das sondas enviadas à Marte, estas apresentam problemas de comunicação, interferências, desaparecem ou simplesmente "deixam de funcionar". A cada dois anos, em média, são enviadas sondas para explorar o Planeta Vermelho. Cerca de metade das sondas enviadas tiveram algum tipo de problema. Dois casos merecem ser citados, embora eu apresente-os detalhadamente logo adiante. É o caso da sonda Phobos 2 e da Mars Observer. A Phobos deixou de transmitir depois que fotografou um objeto lenticular de 25 quilômetros de diâmetro. Um pouco antes esta mesma sonda fotografou a sombra deste objeto em uma das lua marcianas.
No caso da Mars Observer, a NASA afirma que a perda do sinal deveu-se a um mau funcionamento do circuito interno da sonda. Ora, com todo o aparato científico e tecnológico empregado na sonda fica difícil de acreditar numa história destas. A lista abaixo dá uma idéia do que foi a exploração de Marte até o momento.
Com este quadro podemos notar a estranha sina que paira sobre as sondas destinadas a Marte. Outro fato que chama a atenção é que a NASA retém a maioria das fotografias obtidas e mente deliberadamente sobre elas. Do que ela tem medo? As poucas fotografias que são liberadas apresentam sinais claros da ação de vida inteligente em solo marciano. Poderia-se apenas criar duas hipóteses:
A alternativa correta é de sua escolha. Em 1958, o Instituto Brookings preparou um informe sobre a exploração pacífica do espaço interplanetário. O documento considerava a possibilidade de um contato com extraterrestres e a descoberta de artefatos construídos por outras civilizações. A página 215 do documento afirma que " ... Enquanto os encontros face a face com a vida inteligente extraterrestre não venham a acontecer nos próximos 20 anos, artefatos extraterrestres deixados em algum momento no tempo por essas formas de vida poderiam, possivelmente, ser descobertos durante nossas pesquisas espaciais na Lua, Marte, ou Vênus". Mais a frente "... Os arquivos antropológicas possuem exemplo de sociedades, existindo num aparente equilíbrio que logo depois se têm desintegrado ao serem absorvidas por outras mais avançadas, as quais apresentam outras idéias e modo de vida". Na mesma página pode ser lido: "Como poderia tal informação - a realidade da vida extraterrestre - e sob que circunstâncias, ser apresentada ou retida do conhecimento público, com que fim? Na página 225 lê-se: "... uma das coisas importantes sobre a matéria é, que nos lugares onde essas seitas proliferam atraem gente inculta ou pouco culta... Para eles, a descoberta de outras formas de vida, mais de que qualquer outro produto espacial, seria eletrizante". Este documento seria a base de toda a política de acobertamento e desinformação realizado pela NASA desde o final da década de 50. O porta-voz da NASA, no final da década de 80, afirmou certa vez, que este documento era apenas um trabalho de recomendações encomendado pela NASA, para que em caso de encontrar ET`s já houvessem procedimentos para serem seguidos.
Richard Hoagland, diretor do grupo Missão Marte, que defende a origem extraterrestre do rosto de Cydonia, acredita que a sonda Mars Observer continua operando em uma freqüência secreta. Ele cita diversas fontes da NASA. Dias antes do desaparecimento da sonda, ele e o Dr. Mac Daniel prepararam um informe que denunciaria a posição anti-científica da NASA, em relação à Marte. O informe foi divulgado e uma cópia foi enviada para o Dr. Bevan Fench, que era o diretor do projeto Mars Observer, no dia 20 de agosto de 1993. No dia 22 de agosto, era anunciado que a sonda Mars Observer estava perdida. Neste dia, Hoagland e French participaram do programa Good Morning America. Durante o debate, Hoagland acusava a NASA de reter informações sobre Cydonia. No entanto, o dr. French escorregava a cada pergunta. Depois de 1993, outras sondas foram enviadas à Marte. A Pathfinder (1996) e a Mars Global Surveyor (1996) foram missões bem sucedidas. A missão russa Mars-96 (1996) foi perdida logo após o lançamento, pois o foguete propulsor apresentou problemas durante o lançamento. A norte-americana Mars Polar Lander (1998) deveria investigar a existência de água congelada em Marte. Ela desapareceu quando se aproximava de Marte. A norte-americana Mars Climate Orbiter (1998) deveria investigar as variações climáticas no planeta vermelho. Ela foi perdida em função de um erro de cálculo. E as norte-americanas Deep Space 2 (1998) falharam em sua fase final. Elas deixaram de se comunicar com a Terra antes de entrar na órbita marciana. Analisando os Fatos Analisando as atitudes da NASA podemos supor que muitas (não todas) destas missões podem ter sido silenciadas propositalmente. Poucos são os casos em que pode-se descartar esta possibilidade. As primeiras sondas enviadas foram perdidas pois o processo de aterrissagem em outro planeta ainda era pouco conhecido. Além disso havia as limitações dos equipamentos da época. Atualmente este tipo de problema não ocorre, pois o conhecimento sobre navegação espacial é muito superior aos da década de 60 e 70. Além disso a tecnologia empregada atualmente é muito superior. Com todo o investimento em tecnologia e pessoal técnico tudo é milimetricamente calculado. Se a NASA segue mesmo as diretrizes do documento Implicações em Caso de Descoberta de Vida Extraterrestre, então pode-se supor que a NASA sabe muito mais do que diz e arrisca sua reputação para ocultar suas descobertas. As sondas "perdidas" podem realmente estar operando em freqüências secretas, transmitindo informações sobre vida inteligente extraterrestre que opera ou operou em solo marciano. Outras sondas podem ter sido deliberadamente sabotadas para que a verdade não fosse revelada. Cito o fato ocorrido e abafado pela NASA referente à Mars Observer. Antes do lançamento desta sonda, durante uma revisão de rotina, foram encontrados restos de materiais em um dos filtros do sistema de nitrogênio. Tal material não poderia estar ali a não ser que alguém os tivesse colocado. Vale ressaltar que quando a missão foi anunciada, anos antes, um grupo de cientistas se opôs a um mapeamento da superfície marciana. Por quê? Outro caso que cito como exemplo de possível sabotagem é o da sonda Mars-96. Esta sonda foi criada através de um consórcio de 20 países e tinha um cronograma de 38 tipos de pesquisas que deveriam ser realizadas em Marte. Os principais estudos seriam sobre a atmosfera, campo magnético marciano e atividades sísmicas em solo marciano. Pequenas sondas deveriam descer à superfície e detectar a presença de água no subsolo do planeta. O perda da sonda deve-se a um defeito no foguete Proton que o levaria até a órbita da Terra. Os Estados Unidos participavam do programa Mars-96. Assim eles poderiam ter acesso à sonda e ao foguete. Apesar de tudo, a polêmica sobre Marte está longe de acabar. As novas sondas que serão mandadas para lá deverão apresentar novos enigmas, que desafiarão a inteligência humana que permanece aguardando o dia em que a Agência Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA) acabe a política infame de manter sigilo sobre assuntos que dizem respeito à toda a humanidade. |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||