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C.H.E. - Combustão Humana Espontânea
Ninguém soube explicar até agora com clareza a C.H.E., fenômeno no qual
uma pessoa queima de forma rápida e mortal sem motivo aparente. Já foram
encontradas vítimas de C.H.E. completamente carbonizadas ao lado de cortinas e
sofás intactos.
O que provocaria a C.H.E.?
O que se sabe é que o tabagismo e o alcoolismo estão estatisticamente
relacionados à incidência desses casos. O que não se sabe é como um corpo
humano queima completamente (até os ossos) em tão pouco tempo (minutos ou
poucas horas) sem que chame atenção, pois ninguém conseguiu presenciar esse
fenômeno em toda a sua extensão até agora.
Para alcançar tamanho estrago são necessárias temperaturas altíssimas, muito
maiores do que as de um incêncio comum. O que já aconteceu foi de pessoas se
verem queimar e imediatamente estancar a incineração com panos e água, mas não
se sabe se isso iria descambar para uma C.H.E. completa.
Essas pessoas dizem não terem sentido nada e só notaram o "incêndio"
por causa da fumaça ou do cheiro de queimado. Talvez o fenômeno ocorra a nível
sub-atômico, o que enganaria as células nervosas, que desconheceriam a sensação
de calor. O certo é que a C.H.E. é uma realidade comprovada, mas sem explicação,
previsão ou mesmo prevenção. Pode ocorrer com qualquer um!
Teoria do vórtex instantâneo
O vórtex instantâneo é outra aberração raramente ocorrida em nosso
dia-a-dia. Trata-se de uma anormalia no universo gerada a nível atômico e que
nem sempre tem resultados agradáveis. Há quem diga que isso é a explicação
para muitos casos de C.H.E. (combustão humana espontânea - ver a hipótese
anterior).
Quando um vórtex instantâneo se forma, ele "suga" toda a matéria ao
seu redor como um pequeno buraco negro, gerando vários fenômenos secundários,
como faiscamento, aumento brusco e violento da temperatura local, lapsos de
tempo, entre outros.
Há suspeitas de que esse vórtex pode ser gerado quando um pequeno
"erro" ocorre na lógica do universo local. Por exemplo: o alinhamento
simultâneo de mais de duzentas estrelas por mais de um segundo ou mesmo um
telefone tocando em sincronia com outro em regiões exatamente opostas do nosso
planeta. Isso pode gerar ressonâncias no tecido do espaço-tempo e, depois de
amplificadas e concentradas num ponto, elas gerariam um vórtex instantâneo,
que em sua configuração normal dura menos de um milésimo de segundo, mas em
conjunto com anormalias pré-existentes na hora e no local do fenômeno, pode até
mesmo causar um colapso de dimensões astronômicas, ou seja, gerar um buraco
negro de verdade e em tamanho real a partir do nada, no meio de sua sala, por
exemplo. Os resultados seriam aterradores.
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Quando um corpo orgânico começa a entrar em putrefação, ocorre a emissão
do gás metano (CH4). O metano, em condições especiais de pressão e
temperatura, em local não ventilado, começa a sair do solo e se misturar com o
oxigênio do ar.
Em uma porcentagem de aproximadamente 28%, o metano se inflama espontaneamente,
sem necessidade de uma faísca. Forma uma chama azulada, de curta duração,
gerando um pequeno ruído. Se a pessoa estiver perto e sair correndo, devido ao
deslocamento do ar a chama "irá atrás..."
Se uma pessoa estiver perto do cadáver justamente quando ocorrer um fogo fátuo
e ela não morrer de susto e não conhecer o fenômeno, passará a vida inteira
jurando que viu um fantasma...
Fogo de Santelmo
No dicionário temos: De santo + Elmo (Elmo por ermo), santo invocado pelos
marinheiros do Mediterrâneo quando, por ocasião de uma tempestade, aparecia
uma chama azulada nos mastros dos navios, produzida pela eletricidade.
Um barco em alto mar é atritado pelo vento e seu casco pela água. Assim, elétrons
vão sendo arrancados e o barco fica com carga estática positiva. Tendo em cima
uma nuvem carregada, eletricamente falando, próxima ao barco, pelo efeito do
poder das pontas, no alto do mastro vão se aglomerar uma grande quantidade de
elétrons, formando uma espécie de ionização azulada, visível a olho nu
durante a noite sem luar.
O mesmo fenômeno ocorre entre duas montanhas próximas, dependendo da composição
química delas. Quando a diferença de potencial elétrico entre as montanhas é
muito intensa, forma-se uma bola de luz, provavelmente uma bola de plasma, que
sai de uma montanha e vai se neutralizar com a outra.
Muitos chamam isso de Mãe do Ouro, Caipora, Cabeça-de-Cuia ou Boi-tá-tá.
Se esse fenômeno ocorre no alto de um campanário, sobre uma cruz, as pessoas
vendo aquela "chama" azulada, acreditam que é a aparição da Virgem
Maria...
Apenas nuvens?
Você já parou
para observar as nuvens? Isso parece maluquice, e é justamente por isso que, em
nossas vidas tão cheias de compromissos, nem sempre vemos o que está sobre nós.
Aquela típica nuvem bem formada e estrategicamente posicionada sobre sua casa
estaria lá por acaso? Há quem acredite que não. Já não são poucos os
relatos de pilotos de pequenos aviões que entram em nuvens relativamente
pequenas e têm o infortúnio de encontrar objetos sólidos lá dentro, contra
os quais às vezes suas aeronaves se espatifam, com resultados fatais.
Essas nuvens são usadas para encobrir toda a sorte de artefatos
extraterrestres, desde sondas e pequenas espaçonaves estacionadas sobre nossas
cidades, até bases inteiras de pesquisa avançada.
O que eles não sabem é que fica muito suspeito colocar uma nuvem densa e
compacta num dia seco e ensolarado, ou mesmo numa madrugada estrelada. Se você
parar para observar, verá que às vezes essas "nuvens" andam em
grupos, todas do mesmo tamanho e à mesma altitude, principalmente sobre ou ao
redor de centros urbanos. O que elas estariam escondendo?
Desaparecimento seletivo
Provavelmente você nunca ouviu falar em desaparecimento seletivo, mas ele
acontece o tempo todo e com certeza já aconteceu com você. Quantas vezes você
já teve certeza absoluta de que colocou um objeto em um determinado lugar e,
quando foi procurá-lo, ele não estava mais lá? E quantas vezes, depois de
segundos, horas ou mesmo dias, esse mesmo objeto apareceu exatamente onde tinha
sido colocado? Isso é o desaparecimento seletivo, que nada mais é do que um
pequeno erro na manipulação do espaço-tempo. Uma inteligência ou entidade
superior pode ter a capacidade de "parar" o nosso tempo e interferir
em nosso espaço sem que percebamos.
Imagine que essa entidade pare o tempo agora e, enquanto isso, vá até você,
lhe estude, pegue alguns objetos pessoais seus, e depois de usá-los para fins
de curiosidade ou pesquisa, devolva tudo aos seus lugares e faça o tempo
continuar em seu ritmo normal. Nem sempre é tão simples, às vezes as coisas não
são colocadas em seus devidos lugares, pois a maior preocupação é com o que
está imediatamente visível.
Nesses casos, essa entidade pára outra vez o tempo e conserta o erro, e você
pensa até que estava pirando, pois o objeto aparece como mágica no lugar que
deveria estar o tempo todo.
Em casos extremos, é possível ver esse fenômeno ocorrendo, mas é muito raro,
e os relatos nunca são levados a sério por não poderem ser repetidos
facilmente e por método cientificamente explicável.