Superioridade
Aérea
Um estudo da General Dynamics na década de 80 identificou a furtividade como
a principal característica para conseguir superioridade aérea. Os caças sempre
usaram camuflagem e os pilotos de caça sempre usaram táticas furtivas.
O
Estudo Red Baron, a USAF observou que no Vietnã que metade das tripulações
derrubadas e cerca de 18% dos atingidos não sabiam que estavam sendo atacados. A
mesma experiência aconteceu na 1GM e 2GM e Coréia. A bibliografia de ases de
caça esta cheia de referência ao seu sucesso devido a habilidade de ver o
oponente antes de ser visto, atacar com o sol nas costa e atacar o adversário
nos seus lados cegos.
Furtividade, neste sentido, significa detectar o
adversário antes que seja detectado. O termo correto se aplica aos várias
materiais e técnicas que diminuem a susceptibilidade de uma aeronave de ser
detectada. Tecnologia furtiva inclui tudo que minimiza a assinatura e a emissão
de sinais, com o objetivo de aumentar a eficiência das contramedidas e sensores
plataforma e atrapalhar ou atrasar a sua detecção e identificação pelo inimigo.
O objetivo é evitar ou retardar a detecção, identificação e aquisição de alvo
pelo inimigo e aumentar a capacidade de atirar primeiro da plataforma e aumentar
a capacidade de sobrevivência. O principio é o mesmo dos U-Boat da IGM -
disparar sem ser visto, desengajar e desaparecer. Evitar combate aproximado
também é importante pois num combate curto 1x1 depende muito de sorte e outro
oponente pode aparecer.
Outro fator crítico na superioridade aérea é a
velocidade. A velocidade diminui o tempo de reação do inimigo e dá liberdade
para engajar e desengajar se necessário. A iniciativa é sempre do combatente
mais rápido. No caso das aeronaves furtivas de superioridade aérea como o ATF, a
velocidade que interessa é o supercruzeiro supersônico.
Velocidade
supersônica e furtividade reduzem susceptibilidade a SAM e outros caças. Quando
um SAM detecta uma aeronave supersônica, com o F-22 voando alto(15 mil metros)
em supercruzeiro(Mach 1.4-1.5) em território inimigo, ela sobrevoa o lançador
antes que o míssil possa atingir sua altitude e o engajamento se transforma em
uma perseguição por trás e o F-22 poderá facilmente se afastar do míssil ou
desaparecer do radar de controle de fogo. Passar 50% do tempo em supercruzeiro
de 1.5 equivale a penetrar 400 km no território inimigo em meia hora.
A
furtividade atrasa a oportunidade do inimigo de disparar que acontece mais para
o final do engajamento enquanto a velocidade, contra uma ameaça no solo, reduz o
tempo de reação da detecção até o lançamento e reduz o alcance cinemático de
mísseis antiaéreos ou artilharia antiaérea.
A única oportunidade de disparo
de sucesso contra um F-22 em supercruzeiro é no quadrante frontal pois o míssil
passará rapidamente para uma perseguição traseira que diminuirá sua energia
rapidamente em curvas rápidas e devido a razão de linha de visada. O
planejamento de missão tende a evitar que os disparos inimigos ocorram no
quadrante lateral ou traseiro.
Em combates aéreos a velocidade supersônica
da controle do engajamento, facilita surpreender o inimigo por trás, evita ser
pego de surpresa na posição 6 horas/por trás e fica mais fácil surpreender
aeronaves lentas. As armas lançadas, ar-terra ou ar-ar, tem mais energia e o
alcance é aumentado. Esta vantagem permitiu cortar gastos no projeto do F-22
pois o AMRAAM tem seu alcance aumentado e também é ajudado pela furtividade que
permite que o Raptor se aproxime com segurança de caça com mísseis de longo
alcance. O alcance do AMRAAM aumenta em 20% se a velocidade aumenta de Mach 0,9
para 1,5.
Em 1982 a USAF simulou o uso de caças F-117 com mísseis ar-ar para
atacar aeronaves AEW "Mainstay" russas. Os resultados mostraram não seria
efetivo por falta de velocidade. Num conflito leste-oeste, o "Mainstay"
detectaria caças OTAN voando baixo. Um ATF poderia realizar as tarefas
anti-AWACS e manter a utilidade dos atuais caça bombardeiros da OTAN.
A
primeira aeronave com supercruzeiro não foi o ATF. O título é do B-58 Hustler
que voava em supercruzeiro mas tinha que usar PC ou mergulhar um pouco para
acelerar do arrasto transônico até ir para supercruzeiro. O F-16XL, os novos
modelos do F-16, o EFA-2000 Typhoon e os novos caças de 5a geração russos
Mig-1.44 e Sukhoi S-37 também são capazes de atingir supercruzeiro sem PC. O
YF-23 também podia voar em supercruzeiro e a furtividade e velocidade era melhor
que manobrabilidade se comparado com o F-22.
A manobrabilidade é outra
característica importante da superioridade aérea. Ao contrário da furtividade e
supercruzeiro, a alta manobrabilidade é mais usada para táticas defensivas que
ofensivas. Manobrar mais que o adversário para derrubá-lo não é uma boa tática.
Um dogfight demora muito, o fator sorte é significativo e o torna susceptível a
outro oponente que não o que esta engajando.
Os melhores pilotos de caça
geralmente evitam dogfight sempre que possível. Manfred Von Richthofen, o famoso
Barão Vermelho, foi derrubado ao violar este princípio. Os pilotos de caça
geralmente operam na parte do envelope de vôo que favorece as características de
manobra da sua aeronave e evitam o envelope onde o adversário leva vantagem. Ter
boa manobrabilidade em todas os envelopes elimina estas considerações e aumenta
a flexibilidade tática.
A manobrabilidade foi quantificada em 1960 por John
Boyd na teoria energia-manobrabilidade e sua teoria foi usada no projeto do F-15
e F-16. As principais medidas de energia-manobrabilidade são a capacidade de g
sustentada(habilidade de virar sem perder altitude e velocidade); g
instantâneo(habilidade de virar o nariz sem afetar em muito a velocidade); e
excesso de potência específica(medida da capacidade da aeronave de subir,
acelerar ou girar em qualquer condição de vôo). Outro parâmetro de interesse é o
tempo de aceleração transônico, por exemplo o tempo necessário para ir de Mach
0,8 até Mach 1,2. Comparando estas características de dois caças mostra qual tem
vantagem tática num dogfight.
Outra característica que conta na capacidade
de sobrevivência é a habilidade de operar de pistas curtas. O benefício é menos
claro que furtividade, velocidade e manobrabilidade. Operar em pistas curtas de
bases com pistas destruídas é outro fator que conta na capacidade de
sobrevivência e num fator menor na furtividade enquanto no solo ao operar de
pistas de dispersão em rodovias. O preço da STOL é alto. Esta necessidade
depende da capacidade de contra ataque aéreo do inimigo(capacidade de destruir
as aeronaves amigas antes que decolem) e armas destruidoras de aeronaves.
Depende do número de pistas de pouso a serem destruídas para afetar a capacidade
de voar e a habilidade de reparo das forças amigas de traze-las de volta a
operação. Depende ainda das forças de defesas aérea e antiaérea em parar as
sortidas inimigas de atingirem as bases amigas em primeiro lugar. Outro fator é
bombardear a aeronave ou as pistas. Vai depende da efetividade dos abrigos
reforçados e da capacidade de saber onde estão as aeronaves.
Um caça com
capacidade de vôo supersônico e alta manobrabilidade tem razão peso-potência e
carga alar que dá uma capacidade STOL inerente. Esta capacidade pode ser
melhorada com trem de pouso reforçado para operar em pistas reparadas e
reversores de empuxo. O peso destas melhorias, diminuem a razão peso-potência.
O vetoramento de empuxo(TVC) pode ser usado em decolagens curtas para
levantar o nariz numa velocidade em que a cauda não conseguiria isso sozinha. O
TVC permite ter uma cauda menor que permite atingir uma certa velocidade com
menos arrasto e potência. O TVC também aumenta o controle em grandes ângulos de
ataque durante manobras agressivas.
Conciliar estes requerimentos de
superioridade aérea é muito custoso e difícil. A velocidade supersônica precisa
de uma fuselagem longa e fina que vai contra a agilidade. A agilidade depende
grandes asas, que é difícil de conciliar com uma asa pequena e fina para
supercruzeiro, a melhor cauda é nenhuma. O armamento e o combustível interno
precisa de grande volume interno que vai contra aerodinâmica de supercruzeiro.
Como já mostrado, a integração de aviônicos é importante para explorar
furtividade, velocidade e sensores internos e externos. A fusão de dados deve
ser feita em uma tela que alivia trabalho de monitorar varias. Os símbolos devem
ter forma diferente como triângulos, quadrados e círculos para o caso do piloto
usar visor anti-laser que bloqueia certas cores. O mostrador multifuncional
defensivo deve mostrar o envelope dos mísseis inimigos o alcance de detecção
contra a aeronave.
Os Duelos do Futuro
As operações do F-117 na operação Tempestade do Deserto demonstraram que um
ataque direto em regiões altamente defendidas pode ser feita por aeronaves LO. O
desempenho do F-117 demonstrou várias aplicações das aeronaves LO em uma
campanha aérea conjunta.
Cenários futuros não serão idênticos. Áreas
altamente defendidas podem ter mais defesas aéreas que o Iraque em 1991. Vários
cenários envolverão o que poderia ser descrito como ambientes de média
intensidade, onde uma mistura de mísseis SAM móveis com vários tipos de
desafios. No meio disso tudo, os objetivos do ataque também podem variar no
futuro.
A seguir serão ilustrados os resultados de simulação de três
ambientes de ameaça no futuro. A simulação será mostrada para ilustrar como
várias reduções de assinatura se tornam o fator limitante na capacidade de
sobrevivência da aeronave e o planejamento da campanha aérea. Estes três
cenários foram estudados usando uma versão simplificada de um modelo de defesa
aérea. Cada ambiente espelha o tipo de ataque que o comandante da força conjunta
pode ter que executar.
Cenários de
Ataque do Futuro
Ataque direto: simulando uma missão em uma região de defesa altamente defendida para atacar um alvo de alto valor como um centro de comando e controle ou sítio de armazenamento de armas de destruição em massa;
Ataque tático: simula um ataque de um alvo que é parte de uma força militar de campo;
Evitamento da Ameaça: caracteriza uma aeronave voando um rota cuidadosamente planejada ao redor dos sítios de defesa aéreo conhecido para atacar um alvo de oportunidade numa área isolada.
A simulação em si emprega um modelo a nível de missão que foca nos eventos
ocorrendo com as defesas aéreas integradas. O modelo usa variáveis como as
decisões tomadas pelo sistema de comando e controle, a localização e operação de
SAMs, e a habilidade de vários radares em cada componente do sistema para
rastrear o atacante e disparar um míssil válido. Várias variáveis foram
simplificadas no sentido de extrair os resultados mostrados aqui.
Sortidas
simuladas produzem um certo número de detecções válidas que podem levar ao
disparo de um míssil SAM. Os gráficos mostram várias detecções como levando a um
disparo válido. Uma vez disparado, a ação não pára. O modelo continua a correr e
o número total de resultados de detecção que podem resultar em disparos de cada
forma de assinatura no ingresso e regresso. Nenhuma atenção foi feita para
acessar como vários disparos serão necessários para destruir uma aeronave ou
quantos mísseis a defesa aérea possui. Ao invés disso, a simulação deve acessar
a mudança relativa em detecções válidas levando a um disparo de SAM em diferente
níveis de assinatura, contramedidas e táticas.
Um modo interessante de ver
os dados é rastrear o "tempo de perigo" de cada forma como medida do tempo das
unidades de controle de fogo iniciam o registro de disparos válidos. Cada um dos
três cenários é executado em altitudes diferentes.
Cenário 1. Ataque Direto
O cenário de ataque direto fez um ataque a uma capital em 2010. Os alvos
militares chaves são ligados com modernos mísseis SAM de curto e longo alcance
distribuídos em camadas de um sistema de defesa aéreo integrado
moderno(Integrated Air Defense System - IADS). As defesas aéreas são geralmente
posicionadas para maximizar a cobertura. Apenas as regiões de maior importância
militar valem o investimento de cobertura sobreposta. Onde a detecção de SAM se
sobrepõem, a cobertura é muito densa para assegurar a destruição.
Para
atacar, a aeronave deve penetrar até o ponto de lançamento das armas mesmo com a
ameaça de SAMs vindo de todos os lados. O ambiente de ataque direto expõe a
aeronave a vários radares, como pode ser esperado nestes ataques. Nos ambientes
mais perigosos, uma aeronave de assinatura convencional sofrerá o alerta
antecipado e sustentado de vários lados na área do alvo.
Na figura 1, a
linha amarela corresponde a uma missão de ataque feita por aeronaves
convencionais, não furtivas e numa altitude de 150m. Voando a missão a baixa
altitude a capacidade de sobrevivência é melhorada, mas não tanto.
Na figura
1 pode se ver o desempenho da forma Pac Man num ambiente de ataque direto, em
altitude baixa. Uma aeronave com assinatura Pacman, tendo furtividade apenas no
aspecto frontal, passa um pouco melhor que a forma convencional. Num ponto 9
minutos depois, a detecção de radar do Pacman ainda é em torno de 10, enquanto a
forma convencional tem sofrido 30 detecções. Contudo, a partir deste ponto, a
razão de detecção dos dois aumenta dramaticamente, Pacman sofre mais de 50
detecções na área do alvo. Em grande altitude a história é essencialmente a
mesma.
Figura 1.
Ataque Direto a Baixa Altitude
A redução do RCS tipo Pacman deve ser o valor limite do planejador de
campanha. Mesmo quanto a redução frontal coloca esta parte da assinatura na
categoria VLO, o número de engajamentos permanece quase a de uma aeronave não
furtiva. A aeronave, quando se afasta do alvo, expõe grandes áreas onde a
assinatura não é reduzida.
Aeronaves que tem RCS tipo Pacman não tem uma boa
chance de completar a missão. A taxa de atrito pode ser alta. Este fator torna
difícil para o comandante das operações aérea enviar estas aeronaves em centros
altamente defendidos. O planejador quer uma campanha aérea que foca na resposta
das defesas aéreas antes de lançar um ataque direto deste tipo.
A figura 1,
contudo, mostra que uma aeronave com a forma Fuzzball, com redução significativa
em todas as direções, mostra um aumento notável na capacidade de sobrevivência.
A forma Fuzzball tem dois efeitos. Em primeiro lugar, o tempo de exposição da
aeronave diminui. Segundo, a redução da assinatura causa uma queda no número de
disparos válidos. A baixa altitude, a aeronave gasta apenas 7 minutos na zona de
perigo, comparado com 23 minutos para a forma convencional no mesmo cenário. A
grande altitude, o tempo é de 8 e 29 minutos respectivamente.
A vantagem
tática da forma Fuzzball é potencialmente enorme.
A redução frontal e
traseira na forma Bowtie, especialmente a baixos níveis, aumenta muito a
capacidade de sobrevivência contra cobertura SAM sobreposta. A aeronave se atira
contra as defesas aéreas, só entrando na região de vulnerabilidade quando está
perto do alvo. Mesmo sobre o alvo, as defesas de radar gravam apenas 10
detecções a baixa altitude e 14 a alta altitude.
Cenário 2. Ataque Tático
Ataque Tático é um cenário onde as defesas aéreas são menos densas mas onde
várias sortidas serão voadas seja como parte de uma operação de paz ou como
parte de ataques numa guerra.
Alguns tipos de operações aéreas são mais
críticas e exigentes como os ataques as forças terrestres. Na operação
Tempestade do Deserto, por exemplo, mais de 70% das sortidas voadas no teatro de
operações do Kuwait(KTO) foram de ameaça de ambiente tático. O cenário de Ataque
Tático postula um ambiente onde as forças em movimento também tem mísseis SA,
móveis de curto alcance.
A figura 2 mostra um rastreio de engajamento de
radar simulado correspondendo aos três tipos de RCS que engajam um Ataque Tático
a baixa altitude(< 150m). Como pode ser visto, estes ataques de baixa
altitude são estressantes para o operador de SAMs móveis. Mesmo aeronaves
convencionais tem poucas detecções de radar. A forma Pacman não é
substancialmente diferente da forma convencional. As aeronaves com RCS Bowtie
também são difíceis de serem detectadas.
Figura 2.
Ataque Tático a baixa altitude (<150 m)
A grande altitude, a detecção para aeronaves convencionais é menos numerosa
que o Ataque Direto. Mesmo assim, a forma convencional é ainda engajada por
muito tempo. A redução de RCS frontal se mantém indetectável até mais tarde.
Após certa distância o RCS lateral e traseiro faz a aeronave vulnerável a
radares de rastreio como nas formas convencionais. O contraste maior é da forma
Bowtie. A detecção é mais tardia e a vulnerabilidade a disparos é mínima e o
tempo de perigo é breve.
A lição evidente é que a capacidade de
sobrevivência da forma Pacman's deve estar relacionada com o cenário. A redução
de RCS frontal pode ser útil quando a aeronave realiza missões de supressão de
defesas aérea(SEAD) para desligar de forma ativa(armas) os radares de busca e
controle de fogo inimigo antes que exponham as suas formas traseira e lateral. O
atrito será maior que a forma Bowtie, mas o emprego correto aumenta as chances
de sucesso.
A altitude é uma variável importante. Nos ataques a baixa
altitude, a capacidade de sobrevivência melhora para as formas convencionais e
Pacman. Para a forma Bowtie, a altitude não faz diferença.
As operações a
baixa altitude tem seus próprios perigos. Corridas a baixa altitude tem o risco
de defesas AA densas com canhões anti-aéreos. No Vietnã, mais de 85% das
aeronaves foram perdidas para fogo da artilharia anti-aérea(AAA). Na operação
Tempestade do Deserto, o KTO ofereceu fogo AAA denso esporádico assim como
disparos de SAMs portáteis(MANPADS), mesmo após a efetividade da IADS ter sido
reduzida para quase zero. A vantagem das missões a baixa altitude, ou seja a
menor vulnerabilidade a detecção ao radar, deve ser considerada em relação a
ameaça dos canhões guiados manualmente, pequenas armas de fogo e MANPADS.
Cenário 3. Evitamento da Ameaça
No cenário de Evitamento de ameaça, aparecem resultados semelhantes. É outro
cenário onde as aeronaves atacam um alvo de ponto na trilha de vôo onde minimiza
deliberadamente a exposição aos radares de controle de fogo. O Evitamento de
Ameaça se baseia no uso máximo de tática. Num planejamento de plano de vôo
cuidadoso, a aeronave contorna os limites da cobertura dos radares. Aeronaves LO
reduzem o alcance de detecção e os anéis de ameaça de mísseis SAM se encolhem
fazendo o resultado pesar para o lado do atacante.
O cenário de Evitamento
de Ameaça apresentam evidências convincentes que uma redução balanceada da
assinatura fornece apoio a tática e ao planejamento.
A figura 3 e 4 mostra
que as aeronaves convencionais e de assinatura Pacman, mesmo com planejamento de
rota efetiva, ainda são engajadas várias vezes a baixa e grande altitude.
Contudo, a diferença real aparece quando a simulação é estudada na forma Bowtie.
Esta assinatura mostra uma grande melhora da capacidade de sobrevivência e
experimentou apenas um rastreio válido.
Figura 3.
Evitamento da Ameaça a baixa altitude(<150m)
Figura 4.
Evitamento da Ameaça a grande altitude (8.000m)
Na forma Pacman, o que ajuda mais é voar a baixa altitude o que diminui o
tempo de risco e os disparos que recebeu.
O cenário de Evitamento de Ameaça
confirma que a tecnologia LO é essencial para assegurar o sucesso da missão. Na
operação Tempestade do Deserto, alguns alvos puderam ser atacados a baixa
altitude por aeronaves convencionais. Contudo, o fogo de AAA era um fator e a
maioria dos ataques foram a média altitude. Os Tornados britânicos atacaram a
baixa altitude contra os aeroportos Iraquianos e tiveram a maior taxa de perdas
da guerra.
A simulação mostrou que o vôo a baixa altitude não é tão efetivo
quanto a redução da assinatura, considerando o cenário, em relação a capacidade
de sobrevivência. Contudo, os resultados sugerem que voando a grande altitude
não evita todos os mísseis SAM, então a furtividade também é necessária neste
ambiente.
Contudo, a menssagem real é que a redução do RCS permite que
aeronaves planejem um rota que aumenta muito as chances de sobrevivência.
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