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Compreendendo a avançada
tecnologia dos ExtraTerrestres
E as dificuldades de uma viagem na velocidade da Luz
Colocamos
esta matéria em destaque, para você compreender que uma viagem na velocidade
da luz, não é apenas construir um foguete que atinja essa velocidade e sair
pelo espaço á fora, leia o texto e compreenda como uma viajem na velocidade da
luz não é tão fácil assim.
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Embora possamos nos considerar uma sociedade tecnologicamente avançada, ainda somos primitivos no que se refere ao aspecto mental e espiritual de nossa existência. Nossos conceitos sobre viagens espaciais são muito restritos e ainda cometemos erros primários, embora tenhamos evoluído. Há 500 anos, por exemplo, o navegador português Fernão de Magalhães demorou três anos para completar uma volta ao redor da Terra. Muitos anos depois, com o advento do avião, buscou-se imitar o vôo dos pássaros através da compreensão do funcionamento de sua mecânica de ação para vencer grandes distâncias no menor espaço de tempo e, assim, surgiu a tecnologia aeronáutica e passamos a realizar o mesmo percurso em aproximadamente 12 horas. Desde a época de Magalhães, continuamos utilizando um único veículo para nos transportar e diminuímos o tempo gasto nas viagens, mas o espaço percorrido continua o mesmo. Então, o que mudou de lá pra cá foi o meio que utilizamos para realizar o percurso. Primeiramente, o mar era o melhor caminho, apesar da resistência das águas e dos ventos. Depois passamos a usar o ar e encontramos o atrito, as limitações da altitude e a necessidade de aceleração. Finalmente, chegamos ao espaço e, contra a gravidade, nos deslocamos mais rapidamente.
Cada vez que o homem trocou seu meio de percurso, o tempo de viagem
diminuiu significativamente. Isto nos comprova que através da tecnologia é
possível descobrir e identificar outras vias e rotas alternativas, que nos
possibilitem vencer enormes distâncias em menos tempo. Se uma nave pudesse
alcançar 99% da estonteante velocidade da luz (aproximadamente 270.000
km/s) e a encaminhássemos para a estrela mais próxima da Terra, que dista
em média 4,3 anos-luz, gastaríamos quatro anos terrestres para atingi-la.
Segundo a Teoria
da Relatividade Especial de Albert Einstein, o tempo para um observador
que ficou na Terra seria multiplicado e teríamos gasto quase nove anos de
viagem, enquanto aqui teriam se passado várias décadas.
Resumindo, por isso alguns cientistas insistem em afirmar
que existem os Wormholes (buracos de minhoca), que são pequenos túneis que
ligam vários pontos do universo, seria impossível até para as naves dos
extraterrestres, que atingem uma velocidade muitas vezes mais que as naves
espaciais terrestres, sendo assim, para uma viagem de 4,3 anos luz, com uma
velocidade de 270.000 km/s essa nave iria demorar 4 anos terrestres, com a
teoria dos Wormholes, esses buracos ligam vários pontos do universo,
facilitando as viagens.
Velocidade da Luz - Isto ocorre porque o tempo em um sistema de relativo repouso (Terra) é diferente do tempo de um sistema em movimento acelerado (nave). Em suma, o objetivo da viagem estaria perdido, defasado e tecnologicamente superado, bem como o mundo estaria totalmente modificado. Isto sem levarmos em consideração o fato de que uma nave cruzando o espaço à velocidade da luz necessitaria de um computador inimaginavelmente fantástico para processar trilhões de informações por segundo. Curiosamente, também teria que funcionar mais rápido que a luz, contando com sensores de rastreamento ultravelozes, pois a detecção de um obstáculo para a nave deveria ser processada num tempo absurdamente curto para permitir uma manobra evasiva em caso de colisão. Um simples impedimento, mesmo que do tamanho de uma bola de gude, seria o suficiente para acabar com a suposta nave e seus ocupantes.
Como exemplo do estrago que o impacto de uma pequena partícula com uma nave no espaço pode causar temos a recente missão da Challenger, da NASA. Construído com a mais moderna técnica de blindagem, o vidro térmico especial da nave rachou devido à colisão com uma lasca de tinta de alguns mícrons de tamanho, a mesma viajava a mais de 20.000 km/h. Ora, o mícron é uma unidade de medida equivalente a 0,000001 m. Andar na velocidade da luz ou acima dela não é a alternativa correta e segura para vencer o obstáculo das distâncias espaciais. A melhor maneira de encurtar o tempo das viagens estaria na rota e no meio (dimensão) que teriam de ser utilizadas para realizar o percurso. As várias partículas que compõem o Universo interagem entre si de quatro maneiras diferentes.
O limite de atuação de cada força - nuclear forte e fraca, eletromagnética e gravitacional - é conhecido por campo de força, que depende da permeabilidade e permissividade do espaço a sua volta. Recentemente, cientistas descobriram indícios do que se considera uma quinta força que atuaria como uma força de antigravidade, que seria a responsável pela aceleração da expansão do Universo. Ainda não podemos manipulá-la mas, com certeza, se conseguíssemos, poderia ser utilizada para acelerar um veículo terrestre ou uma nave espacial. Já a gravidade não é tão poderosa quanto se imagina. Um pequeno imã, por exemplo, pode levantar um prego, vencendo assim a força gravitacional de todo o planeta - que possui uma massa de seis sextilhões de toneladas (ou seja, o número 6 seguido de 21 zeros).
Se a teoria de Einstein estiver correta, poderemos confirmar
definitivamente a existência dos grávitons - hipotéticas partículas quânticas
previstas na Teoria Especial do cientista, que seriam responsáveis pelas
interações da gravidade com outras três forças fundamentais. Isso pode
ocorrer até o ano de 2005, quando duas sondas serão lançadas para
detectar estas partículas. Também estamos próximos de confirmar a Teoria
das Supercordas, segundo a qual todas as partículas possuem a mesma
natureza, diferenciando-se apenas pela freqüência em que vibram. Isso é
muito importante para nossa tecnologia, pois embora o fator espaço-tempo
esteja sendo levado em consideração atualmente - de maneira a demonstrar a
tetradimensionalidade do Universo -, resta um fator importante a ser
considerado: a natureza e o estado da matéria que o compõem. Em outros
termos, seria até que ponto a luz é energia e ao mesmo tempo matéria,
assim como a radiação é matéria ou simples energia, sendo que o mais
interessante e importante é determinar até que ponto a energia se
manifesta e se propaga em determinada freqüência. Todas essas afirmações
e hipóteses fazem parte das modernas teorias sobre o hiperespaço.
Aceleração Zero - Naves extraterrestres são máquinas impressionantes que atingem velocidade de mais de 30.000 km/h na atmosfera e têm capacidade de mudar de direção instantaneamente, bem como reduzir sua aceleração a zero e retornar à velocidade original em segundos. Entretanto, não são máquinas milagrosas que desafiam as leis da Física, mas as obedecem habilmente. A Terra funciona como um verdadeiro gerador de corrente contínua que flui em sentido único, sendo que onde há eletricidade existe também magnetismo. Linhas de força magnética cortam o planeta no sentido horizontal e vertical, formando pontos de cruzamento, nos quais geralmente os discos são vistos e onde, curiosamente, estão as principais construções do passado - realizadas graças a uma tecnologia superior a atual. As naves alienígenas, na realidade, não voam como imaginamos: elas se guiam por meio destas linhas de força. Isso ocorre porque utilizam um tipo de gerador capaz de provocar uma interação entre a gravidade e o eletromagnetismo, convertendo assim energia eletromagnética em força gravitacional propulsora. Esta interação é denominada campo ressonante polarizado, que tanto repele quanto atrai massas, fazendo o objeto deslizar pelo espaço a sua volta. Além disso, quando o campo ressonante é utilizado proporcionalmente à velocidade, pode anular os efeitos aerodinâmicos decorrentes do deslocamento de objetos no ar, como o efeito de arrasto e as ondas de choque, fazendo com que o ar passe pelo objeto como se fizesse parte do meio e mantendo o vôo dos discos sempre subsônicos a qualquer velocidade.
Os discos voadores provavelmente utilizam este campo ressonante para duas finalidades, sendo a primeira na forma de pulsos alternados para direcionar e proporcionar a propulsão. A segunda seria através de um fluxo contínuo que mantém a fluidez do ar à frente e em volta do aparelho, para anular as variações de densidade e pressão do ar. Isso também evitaria que o ar e a superfície externa da nave se aquecessem - o que acontece no caso das naves terrestres, que podem chegar a atingir 1.300° C. A utilização de campo ressonante também explica as características observadas nos UFOs avistados aqui na Terra, tais como a coloração e o brilho dos aparelhos devido à ionização do ar, causada pela radiação eletromagnética com freqüência na faixa dos raios-x ou gama. As cores laranja e vermelha, visíveis quando as naves estão a pequenas velocidades, demonstram a baixa potência em uso do campo ressonante, enquanto que as cores branco-azulado, azul e verde, observadas quando os UFOs estão a grandes velocidades, constatam a alta potência.
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Uma das respostas seria a utilização de um reator nuclear empregando algum processo de fusão controlada, utilizando os geradores Tokamak e os princípios da magnetohidrodinâmica (MHD) para gerar fluxos de plasma magnético acelerados e reproduzir, aqui na Terra, o mesmo princípio que faz uma estrela brilhar e produzir energia. Outra possibilidade seria a existência de um reator de fissão nuclear, no qual os prótons se dividiriam em seus componentes básicos, produzindo anti-quarks e uma fantástica quantidade de energia. Cabe lembrar que algumas experiências realizadas em 1997 conseguiram produzir a operação inversa da equação de Einstein. A tecnologia utilizada pelos ETs talvez não seja mais do que a conseqüência da aplicação da terceira lei de Newton: a reação por repulsão de massas. Seria basicamente o mesmo processo que utilizamos para adquirir velocidade para as sondas espaciais terrestres, utilizando os campos gravitacionais do Sol ou de Júpiter. Contudo, esta tecnologia só tem sentido em distâncias planetárias, isto é, de um planeta a outro. Ou em missões de exploração atmosférica, nas quais uma nave menor deriva de outras maiores, as naves-mãe. Para as viagens intergalácticas, como já foi dito, o segredo estaria na rota utilizada e no meio (dimensão) pelo qual se realizaria o percurso.
Há muita confusão quando se decide falar em teletransporte, que a princípio
parece algo fantástico. Mas quando comprovado pela Física Quântica, é
perfeitamente possível e até mesmo natural. Com o desenvolvimento da Mecânica
Quântica descobrimos um estranho mundo onde elétrons que - ao contrário
dos que conhecemos - não circulam ao redor do núcleo do átomo num
movimento contínuo, mas desaparecem e aparecem em locais diferentes,
conseguindo incrivelmente ocupar duas posições diferentes ao mesmo tempo.
O alarde feito recentemente de que cientistas teriam conseguido realizar um
teletransporte causou muita confusão entre as pessoas. Na verdade, o que se
conseguiu foi o transporte de uma certa propriedade da partícula, conhecida
por spin, e não o transporte da partícula como um todo. Em outras
palavras, uma partícula foi clonada e ligada a sua original por meio de um
processo conhecido como entrelaçamento. Este fenômeno é extremamente
interessante, pois poderia explicar muitos outros aspectos paranormais, como
a telepatia e a clarividência. Feito o entrelaçamento, a partícula
original estabeleceu um canal de comunicação com seu clone. Esta parte
ainda é desconhecida, mas qual seria o canal de comunicação? Alterando-se
uma propriedade da partícula original, este dado é transmitido
instantaneamente para a partícula clonada. Em uma representação mais
simples, poderíamos fazer uma comparação com dois aparelhos de fax. Em
lugares diferentes, um aparelho transmitiria uma propriedade (papel) para o
outro, utilizando um canal de comunicação específico, no caso a linha
telefônica.
Física de Teleporte - O verdadeiro teletransporte, semelhante ao que a nave Enterprise da série de ficção científica Jornada nas Estrelas utilizaria se fosse verdadeira, se chama na Física de teleporte, através do qual a informação original é destruída, enviada e reconstruída em outro local. A dificuldade desse processo é que mesmo decompondo algo em moléculas precisaríamos de um meio para transmitir a informação. Surge então o problema da velocidade da luz: ainda que fossem transportados simples átomos nesta velocidade, ou até mais rápido, esta não seria a solução para superarmos as distâncias espaciais. O Universo conhecido por nós vibra e manifesta sua massa numa determinada freqüência. Recentes observações apontam também para a existência de vários universos ou planos de ocorrência, que estariam separados justamente pela sua freqüência. Alguns cientistas acreditam ainda que seria possível unir estes universos através de um buraco negro. Outros afirmam que poderiam ser construídos wormholes ou buracos de minhoca, os quais interligariam pontos distintos do Universo.
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Seria algo parecido com o motor de dobra da nave Enterprise e os trabalhos do físico Michio Kaku, que através da Teoria das Supercordas está nos revelando que todas as partículas são formadas da mesma substância. Kaku garante que se manifestam em freqüências vibratórias diferentes, possibilitando assim a existência em nosso Universo de múltiplas dimensões. Estas poderiam ser interligadas, tornando as distâncias inexistentes. Concluindo, os extraterrestres manipulam conceitos e tecnologia que não são impossíveis como imaginamos, e nem desafiam as leis da Física. Eles simplesmente as compreendem e as manipulam com coerência e consciência. Algo que, com certeza, também podemos conseguir algum dia, se atingirmos um nível mental compatível com o tecnológico. Pois viajar instantaneamente para o passado e futuro e alterar as relações de tempo, requer uma consciência contrária a que temos atualmente, que ainda se prende a ideologias, crenças pessoais e brincar de explodir bombas atômicas.